Quando as estrelas se recolhem,
para que o sol se desnude...
E os pirilampos emudecem...
Lembro-me, que sou vento e brisa.
Tempestade e calmaria.
Sou terra...
Sou saudades...
Sou Mulher!
E tenho no corpo a marca das andanças,
do orvalho da noite, e da brisa da manhã.
Que trago no corpo a força das cascatas e
os versos das montanhas, que se declaram
para o céu que as cobre com paixão.
Sou sonho,
Sou parceira,
Sou amante
Sou mulher!
Sou tua.
E, para sempre teu amor.
Vera Beaucamp (LuBeau) em 29/12/2006
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