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Ao pé do teu ouvido, sussurro
palavras tecidas douro;
da abelha retiro o mel,
com que te lambuzo.
Mas tudo é vão,
tudo é cruel e sem razão.
És tão somente sonho
feito de ilusão.
E eu me amargo no dilema
em resolver este problema,
no sempiterno degredo
que trago em segredo.
Sou a beira do abismo
em meio a tempestade,
do pó sou a poeira,
da corda sou o nó,
e da flauta doce
uma nota de dó.
Autor: carlos alberto baltazar
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