OUTRA CHANCE (A pedidos)
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Ainda há tempo para assumir que errei?
Para pedir perdão por todo mal que te causei?
Haveria outra chance, alguma maneira de outra vez te ter?
Ou terei eu que encarar o espelho e aceitar que todos os dias serão vividos sem
você?!
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É possível que na sinceridade do meu abraço,
reatemos nossos laços e selemos o destino com tua boca na minha?
Ou estaria eu condenada a pagar pelo golpe em teu peito,
e por castigo, vagarei pela terra sozinha?!
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Ressuscita-me amor, em teu peito! Toma-me pela mão e me guia.
Permita que eu plante em teu cerne, nova semente de alegria,
que hoje sou alma errante pelo mundo dos vivos, a mera lembrança da paz.
Acolhe minha esperança, que te mostrarei como um grande amor se refaz.
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Gil Façanha
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