Na verdade, é uma bênção que as
Escrituras tenham sido escritas numa
linguagem narrativa e poética «ingénua»,
de uma cultura não científica.
Se tivessem sido escritas de acordo com
os padrões da ciência moderna, a maior
parte das pessoas do passado – que
não tinham conhecimentos científicos alguns –
nunca delas poderiam ter tirado proveito algum.